Insistentemente, hoje corro atrás de um novo eu. Não para me moldar ao mundo, nem para agradar a terceiros, mas sim para que eu possa me aturar, não brigar comigo mesma, para me moldar à minha própria vida.
Não posso mais ser eu se quiser ser alguém. Não conseguirei manter meu edifício erguido se aquilo que o compõe é extremamente frágil. Precisei desabar para ver que, na verdade, aquilo que me compõe não passa de matéria sem qualidade. Aquele edifício trincado, que tantas vezes tremeu e ameaçou desabar, dessa vez desabou por não ter recursos o suficiente para segurá-lo. E porque o baque foi mais intenso.
Agora só me resta me montar novamente, mas dessa vez utilizando os elementos certos, ideais para uma construção segura, que nunca mais desmorone.
Se não conseguir, desisto de mim. Me deixo a mercê de todas as minhas circunstâncias até que o último ser vivo na Terra não mais me ature.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Estudo empírico de mim mesma
Não tem mais jeito. Já está comprovado! Várias observações foram feitas ao longo dos anos, uma pesquisa minuciosa, levando em consideração todos os detalhes, as negações e as afirmações, as sínteses e as antíteses. Depois de quase 5 anos encontro os resultados da minha pesquisa. Segue, então, aspectos para a comprovação. Refute-a quem for capaz!
Diante do que está acontecendo, sinto-me assistindo a um filme pela décima vez; o Eterno Retorno de Nietzsche colocado em ação. O meu jeito é assim: 8 ou 80. Ou demonstro importância demais ou desdenho demais. E quando desdenho, na maioria das vezes, é para não demonstrar o quando eu me importo. Assim, acabo por machucar as pessoas. Primeiro fato para a comprovação (desdenhar e machucar). Depois disso, ou às vezes sem esse processo descrito anteriormente, vem a parte da importância exacerbada, do “demonstrar demais”, das perguntas, do desespero total. E é nessa parte em que as pessoas se assustam. Segundo fato (desesperar e assustar). Feito isso, elas se afastam e tudo vai por água abaixo.
Resultado: o problema é comigo!
Suspeitei desde o princípio... Mas o grande problema está em “Como eu posso mudar?”, “Qual é o processo de reversão?” Já tentei várias vezes e fui mal-sucedida.
Durante essa reflexão me passaram diversas experiências na cabeça: um P, um T, um L, um M...
Eu tentaria, com todo o prazer, utilizar algum método de reversão na situação atual, mas isso seria desafiar a ciência, algo muito raro e complexo. É mais simples mudar as minhas atitudes do que mudar o resultado das minhas experiências: 100% de oportunidades jogadas fora, com duração entre 1 semana e 1 mês.
(Escrito em abril de 2010)
Diante do que está acontecendo, sinto-me assistindo a um filme pela décima vez; o Eterno Retorno de Nietzsche colocado em ação. O meu jeito é assim: 8 ou 80. Ou demonstro importância demais ou desdenho demais. E quando desdenho, na maioria das vezes, é para não demonstrar o quando eu me importo. Assim, acabo por machucar as pessoas. Primeiro fato para a comprovação (desdenhar e machucar). Depois disso, ou às vezes sem esse processo descrito anteriormente, vem a parte da importância exacerbada, do “demonstrar demais”, das perguntas, do desespero total. E é nessa parte em que as pessoas se assustam. Segundo fato (desesperar e assustar). Feito isso, elas se afastam e tudo vai por água abaixo.
Resultado: o problema é comigo!
Suspeitei desde o princípio... Mas o grande problema está em “Como eu posso mudar?”, “Qual é o processo de reversão?” Já tentei várias vezes e fui mal-sucedida.
Durante essa reflexão me passaram diversas experiências na cabeça: um P, um T, um L, um M...
Eu tentaria, com todo o prazer, utilizar algum método de reversão na situação atual, mas isso seria desafiar a ciência, algo muito raro e complexo. É mais simples mudar as minhas atitudes do que mudar o resultado das minhas experiências: 100% de oportunidades jogadas fora, com duração entre 1 semana e 1 mês.
(Escrito em abril de 2010)
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