
Não pude deixar de expressar meu desgosto com a população brasileira nessa última terça-feira.
Em primeiro lugar, tenho plena consciência de que o programa Big Brother Brasil é uma perda de tempo e uma babaquice sem igual. Porém, tenho opinião formada o suficiente para assistir com um olhar crítico e não me deixar levar pelo falso moralismo e me influenciar pelas atitudes dos participantes do programa.
Estamos presenciando a permanência de um jogador machista, homofóbico e covarde na casa. E o pior: o Brasil está se apaixonado cada dia mais por ele.
Um homem que diz publicamente que bateria em uma mulher se não houvesse câmeras o filmando, que demonstra nojo de qualquer assunto que tenha a ver com homossexuais, que acha que tudo é resolvido na base da violência... Esse é o tipo de “herói” do nosso país.
A aprovação desse tipo de participante pelos telespectadores demonstra uma coisa: o Brasil é um país constituído de maioria homofóbica e intolerante.
A figura do “senhor Machão” é bem vista por grande parte da população brasileira. O “senhor Machão” que mata a ex mulher, que espanca a namorada, que mantém os filhos em cárcere privado, que espanca travestis...
Onde vamos parar com esse tipo de “influência”?
Em pleno ano de 2010, enquanto alguns países até já aprovaram o casamento gay, o Brasil ainda está discutindo leis para a proteção da integridade dos homossexuais. Quando pensamos que o país está progredindo, ele volta a regredir.
Diante disso, quero dar meus “parabéns” à rede Globo, arma de manipulação em massa, por dar a imagem de herói aos nossos grandes vilões da atualidade.
É através desse tipo de programa que vemos o quanto a nossa população é manipulável e alienada, que vemos nosso enorme conservadorismo e ignorância herdados da ditadura militar. O caminho do Brasil em direção à tolerância e à racionalidade ainda é muito longo, mas espero que um dia ainda possamos chegar lá.
Em primeiro lugar, tenho plena consciência de que o programa Big Brother Brasil é uma perda de tempo e uma babaquice sem igual. Porém, tenho opinião formada o suficiente para assistir com um olhar crítico e não me deixar levar pelo falso moralismo e me influenciar pelas atitudes dos participantes do programa.
Estamos presenciando a permanência de um jogador machista, homofóbico e covarde na casa. E o pior: o Brasil está se apaixonado cada dia mais por ele.
Um homem que diz publicamente que bateria em uma mulher se não houvesse câmeras o filmando, que demonstra nojo de qualquer assunto que tenha a ver com homossexuais, que acha que tudo é resolvido na base da violência... Esse é o tipo de “herói” do nosso país.
A aprovação desse tipo de participante pelos telespectadores demonstra uma coisa: o Brasil é um país constituído de maioria homofóbica e intolerante.
A figura do “senhor Machão” é bem vista por grande parte da população brasileira. O “senhor Machão” que mata a ex mulher, que espanca a namorada, que mantém os filhos em cárcere privado, que espanca travestis...
Onde vamos parar com esse tipo de “influência”?
Em pleno ano de 2010, enquanto alguns países até já aprovaram o casamento gay, o Brasil ainda está discutindo leis para a proteção da integridade dos homossexuais. Quando pensamos que o país está progredindo, ele volta a regredir.
Diante disso, quero dar meus “parabéns” à rede Globo, arma de manipulação em massa, por dar a imagem de herói aos nossos grandes vilões da atualidade.
É através desse tipo de programa que vemos o quanto a nossa população é manipulável e alienada, que vemos nosso enorme conservadorismo e ignorância herdados da ditadura militar. O caminho do Brasil em direção à tolerância e à racionalidade ainda é muito longo, mas espero que um dia ainda possamos chegar lá.